terça-feira, 30 de julho de 2013

Festa das Neves terá Cidade Negra, Sidney Magal e várias atrações; veja programação completa

Programação vai ter ainda Geraldo Azevedo e Sidney Magal, além de shows infantis e religiosos.
Shows | Em 29/07/13 às 09h35, atualizado em 29/07/13 às 12h52 | Por Correio da Paraíba
Reprodução/Internet/Arte: Portal Correio
Programação Festa das Neves

A programação da Festa das Neves deste ano foi anunciada na manhã desta segunda-feira (29) pelo prefeito Luciano Cartaxo, juntamente com um pacote de ações e obras para a cidade, no valor de R$ 580 milhões. O evento dá espaço para shows infantis e religiosos, na ideia de resgatar o histórico de festa familiar. Shows de renome nacional, como a banda Cidade Negra, e os cantores Geraldo Azevedo, Erasmo Carlos e Sidney Magal foram confirmados pela prefeitura.
Por meio de sua assessoria de imprensa, o prefeito Luciano Cartaxo informou que a programação foi montada realmente pensando em trazer de volta o universo lúdico e familiar que a Festa das Neves tinha anos atrás, por isso, uma das atrações que prometem agitar a criançada é dupla de palhaços, Patati Patatá.
Durante a solenidade de divulgação da programação completa da Festa das Neves 2013, Luciano Cartaxo anunciou um pacote de ações e obras para a cidade, em comemoração aos 428 anos de João Pessoa. Segundo o prefeito, terão ações nas áreas de saúde, educação, infraestrutura urbana, habitação, desenvolvimento social e geração de emprego e renda. O prefeito, por meio de sua assessoria de imprensa, adiantou que agosto será um mês de muitas inaugurações e autorizações de obras para a cidade.
Luciano Cartaxo anunciando a programação


 Veja a programação oficial da Festa das Neves
Programação da Festa das NevesFoto: Programação da Festa das Neves
Créditos: Reprodução
Homenagem a Maria
As celebrações religiosas que são organizadas pela Arquidiocese da Paraíba, e pela Paróquia central da Capital, têm como tema este ano: “Maria, a mulher do sim, do serviço e do amor”. A programação oficial começou no último sábado, com uma celebração eucarística na Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves. Todas as demais celebrações também vão ser realizadas diariamente, na Catedral, às 19h, até o dia 4 de agosto. No dia 5 de agosto, encerramento da festa e dia do aniversário da cidade, a programação começa às 9h, com uma celebração eucarística. Às 15h, os coroinhas recitam o terço de Nossa Senhora e, às 16h, será realizada uma procissão pelas principais ruas do Centro da Capital, encerrando com a santa missa presidida pelo arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto.
Inspeção do parque
A montagem do parque iniciou na noite do último sábado (27). Os brinquedos serão dispostos entre a Avenida Dom Pedro I e a Avenida Odon Bezerra. De acordo com o diretor de serviços urbanos da Secretaria de Desenvolvimento Urbano de João Pessoa (Sedurb), Flávio Monteiro, apesar da interdição, uma das vias ficará livre para o tráfego de veículos. Hoje, o Corpo de Bombeiros fará uma inspeção nos brinquedos. “Caso não seja constatada nenhuma irregularidade, os brinquedos já estarão liberados para funcionar”, afirmou o diretor.
Os comerciantes serão instalados em diversos locais: na Praça Antenor Navarro, na Rua Visconde de Pelotas, no trajeto a partir da Praça Rio Branco até a esquina da Praça Dom Adauto e no Ponto de Cem Réis. A montagem das barracas começa amanhã e um sorteio definirá onde cada comerciante ficará instalado.
A parte profana da Festa das Neves começará na próxima quinta-feira, dia 1º de agosto, e se estende até o dia 5, com apresentações musicais no Ponto de Cem Réis e de cultura popular e exposição fotográfica nas praças Rio Branco e Dom Adauto. 

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Cidades têm alta do IDH, apesar do baixo desempenho em educação



DE BRASÍLIA . Folha de São Paulo.



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Apesar do baixo desempenho em educação, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal brasileiro subiu 47,5% nas últimas duas décadas, saindo da classificação "muito baixo" para o nível considerado "alto".
Essa é a uma das principais conclusões do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013, pesquisa da ONU feita com a ajuda do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), subordinado à Presidência da República, e da Fundação João Pinheiro, do governo de Minas Gerais. O estudo foi divulgado hoje.
Os dados foram calculados usando os Censos de 1991, 2000 e 2010 --e não captam, portanto, o governo Dilma Rousseff.
Um número que exemplifica o novo cenário é a quantidade de municípios de IDHM "muito baixo". Em 1991, eram 85%. Hoje, são apenas 0,6%. Já a quantidade de municípios brasileiros com IDHM "muito alto" saltou de 0 em 1991, 133 em 2000 (2,4%) para 1.889 (33,9%) em 2010. Isso significa que um a cada três municípios do Brasil hoje tem IDHM "alto".
O IDHM é uma versão local do IDH, o índice social sintético usado pela ONU para avaliar o grau de desenvolvimento humano em países e considerado um contraponto a outras estatísticas --como o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), por exemplo.
Tanto o IDH quanto o IDHM usam três dimensões (Longevidade, Renda e Educação) para criar um número que vai de 0 (pior) a 1 (melhor). No entanto, as variáveis globais e locais de cada categoria são diferentes, impedindo que eles sejam comparáveis.
Segundo os atuais critérios, o IDHM brasileiro em 1991 era de 0,493 (próximo do teto da classificação "muito baixo", que é 0,500).
Após quase dez anos, comandado no plano federal pelos governos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), o índice subiu 24,1% e chegou a 0,612 --ou "médio", segundo a escala estabelecida.
Na década seguinte, dominada pelos governos petistas de Lula, o número continuou crescendo, ainda que de maneira menos acelerada (18,7%), e alcançou em 2010 0,727, quebrando a barreira de 0,700 a partir da qual o IDHM é tido como "alto".
Dentre as três dimensões, a que tem o menor "hiato", ou seja, a mais próxima da nota máxima de 1, é longevidade (esperança de vida ao nascer). Seu índice é de 0,816. Em seguida está a renda (renda mensal per capita), com 0,739, seguida então da educação (0,637).
Mais de 30% das cidades brasileiras têm uma nota inferior a 0,500 ("muito baixo") no quesito educação.
No entanto, em termos de crescimento, a última é que tem o melhor desempenho (aumentou 128,3% nos últimos 20 anos). Em grande medida, esse aumento é explicado pelo baixo patamar do qual o número saiu: 0,279 em 1991.
A categoria é ainda a que passou pela principal mudança metodológica na publicação deste ano. Antes, ela era medida pela taxa bruta de frequência escolar. No entanto, os pesquisadores entenderam que o país já ultrapassou a fase que a mera frequência era o aspecto mais relevante da dimensão e passaram a contar a evolução dos alunos no ciclo escolar.
O índice da categoria agora é uma média da porcentagem de crianças de 0 a 6 anos na escola, da porcentagem das crianças de 11 a 13 anos nos anos finais do fundamental, da porcentagem de adolescentes de 15 a 17 anos com fundamental completo e da porcentagem de adultos entre 18 a 20 anos com médio completo.
Com a publicação do novo Atlas já sob o novo cálculo, os IDHMs anteriores ficam desconsiderados.
MELHORES E PIORES
O Atlas permite ranquear os municípios tanto em relação ao IDHM quanto às suas dimensões.
Após dez anos, as três primeiras posições da lista continuam inalteradas: em primeiro lugar está São Caetano do Sul (SP), com IDHM de 0,862. Em seguida vem Águas de São Pedro (SP), com 0,854. Depois aparece Florianópolis (SC), com 0,847 --é a capital melhor colocada.
Já as três piores são Melgaço (PA), com IDHM de 0,418, seguida de Fernando Falcão (MA), com 0,443 e Atalaia do Norte (0,450).
Dentre as Unidades da Federação, o Distrito Federal (0,824) é a primeira. Mas o caso do DF, por ter uma população pequena e com forte presença de funcionários públicos federais, é considerada uma exceção. O Estado com melhor IDHM é São Paulo (0,783), seguido por Santa Catarina (0,774).
Editoria de Arte/Folhapress
CAUSAS
Alguns vetores ajudam a explicar a evolução do IDHM: a própria melhora da educação, que tem efeitos dispersos, a queda do desemprego, o aumento real do salário mínimo e o controle da inflação. Já os programas de transferência de renda não tem tanto peso, disse Marcelo Neri, presidente do Ipea.
"O Bolsa Família é um coadjuvante", afirmou Neri. "A evolução é extraordinária. Mas os indicadores ainda são muito ruins."
Os dados podem ser acessados na íntegra no site do estudo
Editoria de Arte/Folhapress

Aluno de SP poderá repetir em 5 das 9 séries

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FÁBIO TAKAHASHI
DE SÃO PAULO
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O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), decidiu fazer uma reorganização nos ciclos e nos currículos da rede municipal de ensino.
A proposta em estudo prevê que possa haver reprovação em até cinco séries do ensino fundamental, ante as atuais duas. E, em alguns casos, poderá haver a dependência de matérias.
O documento com a proposta, obtido pela Folha, foi enviado pela Secretaria Municipal de Educação há cerca de dez dias a dirigentes da rede para discussão.
Ainda pode haver mudanças até a apresentação oficial, em cerca de 15 dias.
Hoje, os alunos só podem ser retidos ao final do 5º e do 9º anos, séries que finalizam os ciclos atuais. O mesmo acontece na rede estadual.
A proposta é que os ciclos passem a terminar na 3ª, na 6ª e na 9ª séries (com possibilidade de reprovação) e que possa haver retenção também na 7ª e na 8ª.
Editoria de arte/Folhapress
Desde o início da gestão, o secretário da Educação, Cesar Callegari, tem sinalizado a possibilidade de adotar a reprovação no 3º ano, destacando que seria apenas em casos graves, em que o aluno precise rever o conteúdo ao final do ciclo de alfabetização.
Como hoje a primeira retenção só pode ocorrer no 5º ano, a avaliação do secretário é que se demora muito para recuperar um aluno que não foi alfabetizado. Não havia sido apresentada, até então, a possibilidade de reprovação no 7º e no 8º anos, que estão no meio de ciclo.
A possibilidade de reprovação é vista por parte dos professores como uma forma de inibir a indisciplina nas salas e de evitar que alunos avancem sem saber o conteúdo.
Já educadores apontam que um repetente tende a ter desempenho pior para todo o restante da vida escolar, com mais chances até de evadir -e que alguns estudantes precisam de mais tempo para aprender o mesmo conteúdo.
A melhoria da qualidade do ensino fundamental é um dos principais desafios do prefeito Haddad. Hoje, a rede municipal de ensino da cidade de São Paulo São Paulo tem cerca de 1 milhão de alunos.
Nos últimos anos, o município não atingiu as metas federais, que consideram desempenho dos alunos em português e matemática e a taxa de aprovação. Haddad, ex-ministro da Educação, tem participado pessoalmente das discussões sobre as mudanças na área.
SEM DETALHAMENTO
Chamado de minuta para consulta pública, o documento não aborda o risco de aumento de reprovação.
Afirma apenas que, para as três séries finais do ensino fundamental, há a possibilidade de o aluno ficar de dependência -ou seja, se reprovar em português, por exemplo, o aluno refaz apenas essa disciplina, mas passa de série. Ainda não há um detalhamento sobre como fica a situação do estudante que ficar de dependência em uma matéria no último ano ou daquele que mudar de rede.
Na proposta, também ainda não estão definidas quantas matérias seriam necessárias para reprovar totalmente o estudante.
Procurada pela reportagem, a gestão de Fernando Haddad afirmou que não comentaria as ideias do documento por ele poder ainda passar por alterações.
Outra proposta da gestão é que haja ao menos duas avaliações por semestre aos estudantes (hoje as escolas definem quantas aplicarão), e as notas devem ser enviadas às famílias, para que elas sejam mais envolvidas no cotidiano escolar.
A minuta enviada aos dirigentes de ensino prevê ainda a possibilidade de uma mesma unidade de ensino infantil abrigar crianças de 0 a 5 anos. Hoje, elas ficam divididas em dois tipos de escolas, de 0 a 3 anos e de 4 a 5 anos. O texto não explica o porquê da alteração

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Tribunal Regional do Trabalho condena faculdade a pagar R$117 mil à professora

Decisão foi da 1ª Turma de julgamento por redução do intervalo interjornada
Justiça | Em 25/07/13 às 21h20, atualizado em 26/07/13 às 08h32 | Por Redação com TRT
Imagem ilustrativa

Uma ex-professora da Unesc Faculdades receberá verbas rescisórias que totalizam aproximadamente R$ 117 mil por redução do intervalo interjornada, supressão do gozo de férias e pelo trabalho habitualmente exercido em horas extras, como a orientação na elaboração de monografias de alunos e a supervisão em laboratório de prática jurídica, entre outras atividades.
Ainda quando tramitava o processo perante o Juízo da 5ª Vara do Trabalho de Campina Grande, a instituição de ensino empregadora alegou que as verbas rescisórias pretendidas não eram devidas, porque houve pedido de demissão pela professora, e que a alegada jornada extraordinária não encontrava correspondência com o trabalho efetivamente exercido.
A sentença reconheceu a ausência de documentos ou provas e condenou a faculdade ao pagamento de horas extras por confissão ficta, reconhecendo, ainda, direito ao regime de tempo integral de jornada, que resultou em condenação total de R$ 250 mil.
Insuficiência de documentos
No julgamento de recursos apresentados pelas partes, a 1ª Turma de Julgamento do Tribunal Regional do Trabalho entendeu por definir a jornada de trabalho em 06 (seis) horas-aula, como instituído pelo artigo 318 da CLT, afastando alegação de aplicação de regime de tempo integral previsto para professores de instituições pública de ensino superior, mas manteve todas as condenações de verbas trabalhistas devidas por horas extras, redução do intervalo interjornada, supressão do gozo de férias, reconhecendo a insuficiência de documentos e elementos de prova a demonstrar veracidade nas alegações da Faculdade.
A professora ainda pretendia condenação em danos morais, alegando ter sofrido práticas de discriminação e repúdio por parte da coordenação do Curso em que lecionava.
Contudo, para o relator do acórdão, desembargador Vicente Vanderlei, não houve prova de discriminação. Entendeu que o ambiente de hostilidade e exclusão experimentado pela professora decorreu de desgaste natural decorrente do convívio entre os professores, não havendo conduta institucional da coordenação que configurasse constrangimento ou lesão a direito fundamentais da personalidade da professora empregada, por humilhação ou discriminação de sua pessoa. (TRT 13ª Região. 1ª Turma. Recurso Ordinário em Proc. nº 0018200-78.2012.5.13.0024). G1

Empresários buscam derrubar no Congresso veto de Dilma sobre FGTS

VALDO CRUZ
DE BRASÍLIA

Empresários vão articular uma operação para derrubar, no Congresso, o veto de Dilma Rousseff ao fim do adicional de 10% de multa de FGTS cobrada nas demissões sem justa causa de trabalhadores.
O veto foi publicado ontem no "Diário Oficial da União". A justificativa de Dilma é que o fim da cobrança geraria perda anual superior a R$ 3 bilhões ao FGTS e prejudicaria investimentos em programas sociais e de infraestrutura.
Segundo a Folha apurou, representantes de entidades privadas vão procurar parlamentares para montar uma estratégia a fim de conquistar o apoio do Congresso contra a decisão da presidente.
Além do fim da multa extra do FGTS, os empresários querem derrubar o veto presidencial, publicado na segunda-feira, que impediu a prorrogação, até 2014, do Reintegra, programa de compensação a exportadores.
Editoria de Arte/Folhapress
As duas medidas foram aprovadas no Congresso neste mês a partir de negociações de setores do empresariado, impondo derrotas ao governo.
Empresários disseram à Folha que consideram que o cenário político atual favorece a derrubada de vetos.
Recente alteração na sistemática de análise dos vetos pelo Congresso estabeleceu que a votação tem que ocorrer em no máximo 30 dias. Caso contrário, passa a trancar a pauta de votações.
A derrubada de um veto exige aprovação da maioria absoluta do Congresso -metade do número de senadores e de deputados mais um- em votação secreta.
Os empresários também citam a rebelião na base aliada, insatisfeita com o tratamento do Planalto aos partidos governistas no Congresso.
Os vetos elevam ainda mais a insatisfação do setor empresarial com o governo, alvo de críticas de ser intervencionista e avesso ao diálogo.
Líderes do setor têm procurado o ex-presidente Lula para reclamar da falta de interlocução e de medidas negativas para a iniciativa privada.
No caso da multa do FGTS, os empresários dizem que o mecanismo foi criado para existir por tempo determinado, mas que o governo passou a usar o recurso para financiar o Minha Casa, Minha Vida.
O fim da multa extra representaria economia de R$ 270 milhões ao mês às empresas, segundo cálculos do setor.
No Reintegra, os empresários já contavam com o veto porque o governo argumenta que a alta recente do dólar compensa o fim do mecanismo, que devolve às empresas exportadoras parte dos tributos incidentes sobre o faturamento com exportações.
A medida vigora até o fim de 2013. A estimativa é que o fim do mecanismo vá onerar o setor exportador, em 2014, em cerca de R$ 2 bilhões.
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/07/1316894-empresarios-buscam-derrubar-no-congresso-veto-de-dilma-sobre-fgts.shtml

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Com 49%, avaliação negativa de Dilma supera positiva, diz pesquisa CNI/Ibope


O índice de desaprovação pessoal da presidente Dilma Rousseff cresceu, superando sua aprovação, mostra pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (25), encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). No levantamento, a avaliação negativa da presidente é de 49%, contra 45% de avaliação positiva. Na última pesquisa, realizada em junho, a aprovação era 71%.
A aprovação do governo Dilma caiu de 55% para 31%. O novo número representa uma queda de 24 pontos percentuais entre os que avaliam o governo como "ótimo" ou "bom", no intervalo de um mês. O número de brasileiros que avaliam o governo como "ruim" ou "péssimo" também é de 31%.
A pesquisa revela que o percentual da população que confia na presidente Dilma caiu 22 pontos percentuais em relação a junho e ficou em 45% em julho, menor do que os 50% que disseram não confiar na presidente.
Áreas de atuação
Na avaliação dos brasileiros, as áreas em que o governo federal têm a pior atuação são saúde (71%), segurança pública (40%) e educação (37%). As três áreas em que o governo apresenta melhor desempenho são: habitação e moradia (28%), fome e miséria (23%) e capacitação profissional (22%).
O levantamento ouviu 7.686 pessoas com mais de 16 anos de idade, em 434 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais.



iG 

Papa Francisco terá agenda cheia em dia da 1ª participação em ato da JMJ

Festa da Acolhida em Copacabana acontece no início da noite desta quinta.
Já pela manhã, Pontífice vai abençoar bandeira das Olimpíadas de 2016.

Do G1 Rio


Palco em Copacabana recebeu iluminação especial na noite de terça (Foto: Gabriel Bouys/AFP)Palco em Copacabana está pronto para receber o Papa Francisco nesta quinta (Foto: Gabriel Bouys/AFP)
O primeiro ato da Jornada Mundial da Juventude com a participação do Papa Francisco, nesta quinta-feira (25), será o último compromisso do dia do Pontífice de uma agenda que começa já pela manhã. Antes da Festa da Acolhida em Copacabana, às 18h, Papa Francisco terá pelo menos quatro outras atividades.
Manguinhos (Foto: Editoria de Arte/G1)
Logo ao amanhecer, o Pontífice terá dois eventos fechados. Às 7h30, realizará uma missa privada em sua residência no Rio e, às 9h45, receberá as chaves da cidade do Rio de Janeiro, no Palácio da Cidade, em Botafogo, Zona Sul. Lá, vai abençoar a bandeira dos Jogos Olímpicos de 2016.
Na única visita que fará a uma comunidade fluminense, o Papa Francisco vai até Manguinhos, na Zona Norte. Os agraciados serão os moradores de Varginha, onde ele vai discursar num campo de futebol e ainda vai conhecer a Capela São Jerônimo Emiliano.
À tarde, em outro evento fechado, o Pontífice vai encontrar conterrâneos argentinos na Catedral Metropolitana às 12h30.
Por fim, o Papa Francisco vai à Copacabana para o segundo ato central da Jornada Mundial da Juventude. De helicóptero, ele desembarca no Forte de Copacabana e, de papamóvel, vai do Posto 6 até o Leme (veja abaixo o percurso). No palco construído para o evento, ele vai realizar a acolhida aos jovens, com benção e discurso.
Papa Móvel Copacabana (Foto: Editoria de Arte/G1)
Metrô e ônibus vão funcionar 24h
O metrô e os ônibus do Rio vão estender o horário de funcionamento a partir de quinta-feira (25). Para atender a demanda de peregrinos na cidade, os serviços de transporte vão funcionar 24h até a manhã de segunda-feira (29).
Na quinta-feira (25), acontece a primeira grande cerimônia do Papa Francisco, em Copacabana. Às 17h30, o pontífice chega de helicóptero ao Forte de Copacabana. De papamóvel, percorre do Posto 6 até o Leme. No palco, ele celebra o 2º ato central da JMJ: a acolhida aos jovens, com benção e discurso.
Na quinta e na sexta-feira (26), o embarque no metrô, em direção a Copacabana, vai acontecer apenas com os bilhetes especiais, com hora marcada, das 12h até meia-noite. O Metrô Rio estendeu, até as 12h de quinta, a venda dos cartões para a JMJ.os bilhetes podem ser adquiridos das estações Pavuna, Maracanã, Praça Onze, Central, Carioca e Glória. O bilhete custa R$ 3,20 e cada cliente pode comprar até 10 unidades.
Dois dias de réveillon
Segundo o prefeito, o planejamento para os eventos desta quinta e sexta em Copacabana é para um público em torno de 1,5 milhão de pessoas nos dois dias, o equivalente a uma festa de réveillon por dois dias consecutivos.
Paes fez um apelo para que o público se informe sobre o melhor trajeto e horário tanto para o deslocamento de ida, como o de volta, de forma a aliviar o escoamento dos fiéis.
A previsão da Prefeitura é que o escoamento de todo o público se prolongue até as 4h da manhã de sexta e de sábado.
"O comitê da Jornada preparou, após encerramento da missa com o Papa, uma série de shows e apresentações. Pedimos aos os peregrinos que, se possível, observem o deslocamento das pessoas. Se 1,5 milhão resolver sair junto, isso vai criar contingência, dificuldade", disse.